Lembranças do Potyguar embalado, ganhando dos times do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Ceará, da Paraiba e dos nossos ABC e América, dava prazer ir ao Estádio vê-lo jogar. Saudades dos campeonatos de salão do CESI. enfim, modesta a parte, me sentia uma pessoa importante
da cidade: falava na Rádio Currais novos todo domingo pela manhã no programa da juventude franciscana, ao meio dia fazia um programa de Segurança do Trabalho e enfatizava muito a segurança do lar e do trânsito, tinha um senhor com o pseudônimo de cupim, tocava vialejo muito bem e eu colocava ele para tocar no programa para representar os amigos mineiros, eram
eles que pediam. ainda na rádio, todos os dias, auxiliava Luiz Sátiro de Matos(Lulinha) no programa resenha esportiva bola na rêde, para mim era o máximo, ainda me experimentaram
num programa perto da meia noite, chamado saudades tambem tem vez, era só música Popular dos grandes vultos do passado. Perto da meia noite quando saia do IVP, ainda tinha esta simples mais muito gostosa atividade comunicativa. sinto muita saudade de Dacilio Pereira, um dos primeiros funcionarios da Rádio Brejuí (Currais Novos ) ajudei a promover missões evanjelicas no bairro do Matadouro. Fasia parte com a minha familia de um grupo de amigos onde sentíamos o prazer de viver, Paulo Romão possuia um caminhão para trabalhar e aos domingos nos levava aonde quizéssemos ir, Cruzeta , Totoró, Acarí, Gargalheira, enfim. Aninha da Farmacia Divina com seu esposo, Gracinha de Luiz Candido, Paulo Jorge, a filha de José Valquirio, era um grupo de mais de 20 pessoas. Promovíamos qualidade de vida. No meio do texto me referi a um título, saudades tambem tem vez, agora eu quero dizer que saudades tanbem maltrata. Saudades dos Jogos no campo da Mina Brejuí com o meu querido Cantareira.
de Manequim, Aurino, Jerônimo, Mifita, Lulinha, Marreca, Geraldinho, eita que tempo bom!!
No terceiro dia que estava empregado na Mina Brejuí, sofrie um acidente no campo de futebol, a noite, e machuquei a maioria dos dedos da mão esquerda, a minha ferramenta de trabalho naquele tempo era a máquina de datilografia e eu escondi isso por muito tempo, trabalhava só com uma mão, eu achava que sendo Técnico de Segurança, não devia me acidentar. Tinha medo de crítica por conta deste evento. Depois foi só alegria.
ResponderExcluirLula,
ResponderExcluirEstou, de vez em vez, passando por aqui. Fique sabendo que viajo, junto contigo, nos textos que vens escrevendo pois tenho me identificado sempre.
Chico Walderêdo,
Teu leitor!!